Sei que o verdadeiro ser não é aquele que nos apresenta em sua face implícita
não é aquela máscara pousada sobre seu rosto que esconde
a mais profunda realidade de sua figura humana
Não somos manequins que figuram a imagem traçada
Nem robôs inertes às emoções...
Por que então nos refugiamos de falsidade?
Autenticidade...
sou nada
mas sou ..
...Eu
DSS
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Amigos
a alma cultiva os sentimentos
criados no intimo do ser
mas só tem acesso a seus frutos
aqueles que alcançam a proximidade exata
a ponto de usufruí-los sem derrubá-los de seus galhos
ah frutos deliciosos, os maduros
os verdes já não tão bons
e aqueles que ja passaram do ponto
que deveriam ser jogados fora
mas as vezes insistem em ficar
não espera-se alcançar as delícias de imediato
talvez nunca chegue-se a experimentá-los
mas ao toque de cada carinho atingido
sacia-se o paladar
aos saciados
posso chamar de amigos
criados no intimo do ser
mas só tem acesso a seus frutos
aqueles que alcançam a proximidade exata
a ponto de usufruí-los sem derrubá-los de seus galhos
ah frutos deliciosos, os maduros
os verdes já não tão bons
e aqueles que ja passaram do ponto
que deveriam ser jogados fora
mas as vezes insistem em ficar
não espera-se alcançar as delícias de imediato
talvez nunca chegue-se a experimentá-los
mas ao toque de cada carinho atingido
sacia-se o paladar
aos saciados
posso chamar de amigos
DSS
quinta-feira, 10 de julho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Aceita-se um coração?
O que faço com meu coração?
Só deseja te procurar
Existe coisa outra a se pensar?
Difícil haver
Não há o que fazer...
O sentido difere
O motivo já não o mesmo
Novo mas inalcansável
Razão sequer explica
Voluntário e involuntário
Alguém se habilita?
Tento esconde-lo
Fracasso explícito
Em não poder dete-lo
A direção sempre única
Com a causalidade do gostar
Sem reflexidade...
Mas ensiste em buscar
Não há saída
Angústia despercebida
Fere e não confere
No sentido de doar.
Um possível amar? Não insisto
A não ser recebido
O mesmo toque de olhar
Um carinho perdido no tempo
Enquanto houver tempo
Para se demonstrar...
(...)
Aceita-se um coração?
D.S.S.
Só deseja te procurar
Existe coisa outra a se pensar?
Difícil haver
Não há o que fazer...
O sentido difere
O motivo já não o mesmo
Novo mas inalcansável
Razão sequer explica
Voluntário e involuntário
Alguém se habilita?
Tento esconde-lo
Fracasso explícito
Em não poder dete-lo
A direção sempre única
Com a causalidade do gostar
Sem reflexidade...
Mas ensiste em buscar
Não há saída
Angústia despercebida
Fere e não confere
No sentido de doar.
Um possível amar? Não insisto
A não ser recebido
O mesmo toque de olhar
Um carinho perdido no tempo
Enquanto houver tempo
Para se demonstrar...
(...)
Aceita-se um coração?
D.S.S.
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